Melanose pustulosa transitória neonatal

Melanose pustulosa transitória neonatal

 

Dermatose benigna  rara  do período neonatal.

Epidemiologia:  predomina em  rn  a termo, variando em  0.2 a 15%.

Etiologia: ainda  desconhecida.

Quadro clínico: surge ao nascimento como vesiculas e pustulas estéreis, sem eritema circunjacente, predominando em fronte, queixo, pescoço, parte superior do tronco e  abdomen . Evolui para maculas hiperpigmentadas  circundadas por colarete de escamas.

Diagnóstico diferencial inclui eritema tóxico neonatal, miliária, doenças virais ou bacterianas.

Tratamento: não é necessário, visto a evolução autolimitada da doença.

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