Melanose pustulosa transitória neonatal

Melanose pustulosa transitória neonatal

DERMATOSE BENIGNA  RARA  DO PERÍODO NEONATAL.

EPIDEMIOLOGIA:  PREDOMINA EM  RN  A TERMO, VARIANDO EM  0.2 A 15%.

ETIOLOGIA: AINDA  DESCONHECIDA.

QUADRO CLÍNICO: SURGE AO NASCIMENTO COMO VESICULAS E PUSTULAS ESTÉREIS, SEM ERITEMA CIRCUNJACENTE, PREDOMINANDO EM FRONTE, QUEIXO, PESCOÇO, PARTE SUPERIOR DO TRONCO E  ABDOMEN . EVOLUI PARA MACULAS HIPERPIGMENTADAS  CIRCUNDADAS POR COLARETE DE ESCAMAS.

DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL INCLUI ERITEMA TÓXICO NEONATAL, MILIÁRIA, DOENÇAS VIRAIS OU BACTERIANAS.

TRATAMENTO: NÃO É NECESSÁRIO, VISTO A EVOLUÇÃO AUTOLIMITADA DA DOENÇA.

ERITEMA TÓXICO NEONATAL

Doença benigna do período neonatal, a mais comum entre os recém nascidos.
EPIDEMIOLOGIA: Predomina dentre os recém nascidos a termo, podendo acometer até 70% dos mesmos.

 

ETIOLOGIA: Sexo feminino, RN a termo, primigesta e parto vaginal estariam entre os fatores predisponentes.

 

QUADRO CLÍNICO: Normalmente inicia-se no segundo a terceiro dia de vida, podendo surgir até algumas semanas depois. Caracteriza-se pelo aparecimento de Máculas e Pápulas Eritematosas que lembram picadas de inseto, e podem evoluir para pústulas. Predomina em face, tronco, braços e nádegas.

 

DIAGNOSTICO DIFERENCIAL inclui Miliária, Melanose pustulosa transitoria, Escabiose, Acropustulose infantil, Herpes, Incontinecia pigmentar, Candida congenia, dentre outras.

 

TRATAMENTO: A doença é autolimitada a dias ou poucas semanas, dessa forma, não é necessário tratamento.

 

 

 

 

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